É estúpido, e não faz sentido. Mas tenho lido muitos comentários que ter duas mães/pais é melhor que não ter nenhum. Desculpem mas não acho que essa seja a abordagem correcta, porque a questão não é essa. A questão é ter pais! Pais que são um casal, que se respeitam e amam e que acima de todas as coisas amam o seu filho, mesmo que não tenham o mesmo sangue. Não é o menor de dois males, não é porque é melhor ter dois pais/mães do que estar institucionalizado. A questão é um casal ter direito de amar uma criança que alguém não quis, que ficou sozinha no mundo ou que alguém não cuidou/maltratou. A questão é a criança ter o direito de ser amada por quem a quer, inquestionavelmente, é a criança ter direito a ser criada com amor, a ter quem a escolha primeiro e acima de todas as coisas, é ter direito a um futuro e a um tecto, a uma casa, a uma família. Se o casal é heterossexual ou homossexual nem deveria ser questão.
Daí achar esta decisão tão estúpida, tento todos os dias ser melhor para poder ter um país melhor, fico triste quando vejo que somos pequenos/tacanhos nas questões maiores. frown emoticon
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Obama
Ora, afinal os americanos não são tão estúpidos como eu pensava.
Gosto da América, a sério. Admiro o que investem em ciência e em investigação e desenvolvimento. Admiro como valorizam as pessoas pelo que elas são e pelo que conquistam. A terra onde tudo é possível, right? Ora eu acredito que esta é a América da Universidade de Harvard e do MIT, a América das séries de televisão em que todos são inteligentes, a América do New England Journal of Medicine, da New York Heart Association e da American Thoracic Society. Gosto desta América.
Infelizmente a verdadeira América não é assim. As pessoas são incultas, qualquer video do youtube nos provará isso mesmo. Coisas como: Pergunta feita a um americano: Quem ganhou a guerra do Vietname? Ao que a criatura responde: Nós claro. I rest my case. A América da inactividade física e da obesidade, a América das terrinhas e da aldeia pequena. A América do a culpa é da Europa. A América das guerras do Golfo, que não tem nada haver com petróleo, não sejam más línguas.
Mas o mais inacreditável acerca da América é o poder que o país tem de me surpreender. Eu custei a acreditar quando o Obama ganhou a primeira vez. A re-eleição foi para mim um espanto completo! Estou contente, a sério, por eles principalmente. Pela Europa, um bocadinho. Vejo uma esperança no reavivar de uma sociedade. Vejo algum futuro.
Não nos chamam o Velho continente por acaso, não somos só o mais antigo, mas também o mais sábio. A actual crise pode até contradizer esta afirmação, mas é verdade. Esta crise nasceu de velhas raposas a julgarem-se mais espertas que outras, mas estamos atentos. Já não estamos a dormir. E pelos vistos os americanos também não!
:)
Gosto da América, a sério. Admiro o que investem em ciência e em investigação e desenvolvimento. Admiro como valorizam as pessoas pelo que elas são e pelo que conquistam. A terra onde tudo é possível, right? Ora eu acredito que esta é a América da Universidade de Harvard e do MIT, a América das séries de televisão em que todos são inteligentes, a América do New England Journal of Medicine, da New York Heart Association e da American Thoracic Society. Gosto desta América.
Infelizmente a verdadeira América não é assim. As pessoas são incultas, qualquer video do youtube nos provará isso mesmo. Coisas como: Pergunta feita a um americano: Quem ganhou a guerra do Vietname? Ao que a criatura responde: Nós claro. I rest my case. A América da inactividade física e da obesidade, a América das terrinhas e da aldeia pequena. A América do a culpa é da Europa. A América das guerras do Golfo, que não tem nada haver com petróleo, não sejam más línguas.
Mas o mais inacreditável acerca da América é o poder que o país tem de me surpreender. Eu custei a acreditar quando o Obama ganhou a primeira vez. A re-eleição foi para mim um espanto completo! Estou contente, a sério, por eles principalmente. Pela Europa, um bocadinho. Vejo uma esperança no reavivar de uma sociedade. Vejo algum futuro.
Não nos chamam o Velho continente por acaso, não somos só o mais antigo, mas também o mais sábio. A actual crise pode até contradizer esta afirmação, mas é verdade. Esta crise nasceu de velhas raposas a julgarem-se mais espertas que outras, mas estamos atentos. Já não estamos a dormir. E pelos vistos os americanos também não!
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